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O Projeto Selva Viva iniciou suas atividades em 2005 na cidade de Piranguinho, no estado de Minas Gerais, em 2009 foi transferido para Taubaté, seu atual endereço, localizado na Estrada do Barreiro, N° 7.659, Bairro São Gonçalo, coordenadas -23.077625 e -45.572002.

Por meio de um criador licenciado pelo IBAMA, em 2009 transferiu-se para a cidade de Taubaté, no estado de São Paulo, onde em 2012 deu início ao trabalho de educação ambiental para escolas e a população aos finais de semana.

Em 2016 foi criado o Projeto Selva Viva, transformando-se em um centro de recebimento e tratamento de espécies como invertebrados, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Em 2020 foi finalizada a nova estruturação, toda adaptada a dar melhor qualidade de vida aos animais, assim como uma área nova de exibição visando mostrar um pouco do trabalho desenvolvido e propiciando a continuidade das atividades educacionais, infelizmente interrompidas no início da pandemia. 

Já o Projeto Selva Viva (Área de Visitação) apresenta cerca de 500 espécimes da fauna silvestre, sendo 99% deles nascidos em ambiente artificial (“nascidos em cativeiro” em zoológicos, instituições de pesquisa, criadores autorizados pelo IBAMA, etc.) e o1% restante proveniente  de outros CETRAS.

Muitos exemplares são nascidos no próprio Projeto que por sinal integra alguns programas de conservação de espécies silvestres ameaçadas, como programa de conservação da onça pintada do cerrado e o programa de conservação da águia-real (Harpia).

A diversidade de espécies é um dos pontos altos da área de exposição e uma excelente ferramenta de educação ambiental. As Ranitomeya ventrimaculata, pererecas venenosas com cerca de 1 cm se contrapõem com a Malayopython reticulatus, a maior serpente do mundo com seus quase 6 metros de comprimento.

Espécies criticamente ameaçadas ou a beira da extinção na natureza podem ser observadas bem de perto, como os lêmures-preto-e-branco da Ilha de Magadascar, na África; a jararaca-ilhoa, da Ilha da Queimada Grande, litoral sul de São Paulo e os carismáticos axolotes, nativos dos lagos de água doce dos vales do México.

Cheia de simbolismo e um ícone da conservação e da biodiversidade brasileira as onças-pintadas emocionam a todos que as admiram com sua beleza e imponência.

Espécies amazônicas também fazem parte de nosso plantel, como a aranha-Golias, a maior do mundo, que chega a se alimentar de pássaros e até serpentes e as tartarugas-da-Amazônia, cujo casco pode medir mais de 70cm de comprimento e pesar mais de 90 kg.

Considerada a única ave capaz de matar seres humanos, o casuar é uma figura importante na mitologia das populações nativas da Oceania e um verdadeiro “fóssil vivo” cuja origem nos leva aos seus famosos antepassados, os temidos dinossauros velociraptors.

E falando em dinossauros nosso museu possui uma réplica em tamanho natural do esqueleto de um Tiranossauro Rex exibindo toda a sua ferocidade e grandiosidade que pode ser comparado com centenas de outros esqueletos verdadeiros de animais silvestres atuais, como tigre, onça, avestruz, tartarugas, botos e grandes serpentes.

Idolatrado no Egito Antigo o Ibis é uma ave sagrada associada a invenção da escrita e seu comportamento alimentar de consumir pequenos roedores e caramujos aquáticos reduz a incidência de doenças razão pela qual era considerado um deus protetor, denominado de Deus Tot (Thoth).

 Venha admirar, interagir e se surpreender com a diversidade animal despertando o sentimento de preservação e conservação ambiental.